Sustentabilidade na construção civil: como aumentar a eficiência

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urante muito tempo, falar em sustentabilidade na construção civil significava, para muitas empresas, discutir certificações ambientais, uso de materiais reciclados ou instalação de painéis solares. Essa visão está mudando.

Hoje, a sustentabilidade pode ser tratada como parte da própria estratégia de eficiência da construção: projetar melhor, utilizar menos recursos para atingir o mesmo resultado, reduzir perdas, evitar retrabalhos, diminuir consumo de energia e água e considerar os custos e impactos durante todo o ciclo de vida do empreendimento.

Essa mudança já aparece nas discussões mais recentes do setor brasileiro. Em 13 de agosto de 2026, publicação da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a partir de encontro promovido pelo Sinduscon-Rio, destacou práticas como racionalização de projetos, redução de resíduos e retrabalho, gestão de fornecedores e maior governança dos processos como fatores associados à produtividade e à competitividade.

Isso não significa que qualquer solução denominada sustentável necessariamente será mais barata ou eficiente. Algumas tecnologias podem exigir maior investimento inicial, e os resultados dependem do projeto, da escala, da operação e do contexto. O ponto central é outro: quando sustentabilidade e eficiência são planejadas em conjunto, há oportunidades concretas de utilizar melhor materiais, energia, água, mão de obra, tempo e capital.

Por que sustentabilidade e eficiência estão cada vez mais conectadas?

A relevância dessa discussão fica ainda mais clara quando observamos a dimensão do setor.

O Global Status Report for Buildings and Construction 2025–2026, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP), aponta que edifícios e construção estão associados a aproximadamente 37% das emissões globais de CO₂ e a quase 50% da extração mundial de materiais. O mesmo relatório destaca que o setor representa uma parcela significativa da atividade econômica e do emprego global.

No Brasil, o consumo de energia dos edifícios também merece atenção. Em publicação recente sobre eficiência energética em edificações brasileiras, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) informa que os edifícios residenciais, comerciais e públicos respondem por aproximadamente 50% do consumo de eletricidade do país. A nota técnica apresenta ações voltadas à eficiência energética e discute etapas de implementação, governança, potencial de economia de energia e custos.

Portanto, melhorar a forma como edifícios são projetados, construídos e operados pode produzir efeitos tanto ambientais quanto operacionais.

1. Planejamento sustentável pode reduzir desperdícios e retrabalhos

Uma parcela importante da eficiência de uma construção é determinada antes do início da obra.

Incompatibilidades entre projetos arquitetônicos, estruturais, hidráulicos, elétricos e de climatização podem resultar em mudanças durante a execução, demolições parciais, novos pedidos de materiais, horas adicionais de trabalho e alterações no cronograma.

Por isso, sustentabilidade começa também com planejamento integrado.

Ao avaliar antecipadamente dimensões, especificações, métodos construtivos, quantitativos de materiais e interfaces entre disciplinas, a empresa consegue aumentar a previsibilidade e reduzir perdas que não agregam valor ao empreendimento.

A discussão apresentada pela CBIC em agosto de 2026 reforça justamente essa conexão entre sustentabilidade, racionalização de projetos, redução de retrabalho, melhor aproveitamento de materiais e produtividade.

A sustentabilidade, nesse contexto, deixa de ser uma ação adicional no final da obra e passa a influenciar decisões de projeto e execução.

2. Eficiência energética pode reduzir o consumo durante décadas

A eficiência de um edifício não termina quando a obra é entregue.

Decisões tomadas durante o projeto podem influenciar o consumo de energia durante grande parte da vida útil da construção. Orientação solar, envoltória da edificação, sombreamento, iluminação natural, ventilação, isolamento térmico, especificação de equipamentos e sistemas de climatização são alguns exemplos.

Um projeto que considera essas variáveis pode reduzir a demanda energética sem necessariamente comprometer conforto, funcionalidade ou desempenho.

A importância do tema está crescendo também no campo regulatório.

A Resolução CGIEE nº 4/2025, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, estabeleceu os primeiros índices mínimos obrigatórios de eficiência energética para novas edificações residenciais, comerciais, de serviços e públicas em âmbito nacional. A norma é direcionada a novas edificações e não transforma automaticamente edifícios existentes em não conformes apenas por passarem por reformas.

A implementação será gradual. Para novas edificações públicas federais, por exemplo, a exigência de nível de eficiência estabelecida pela resolução começa em 2027. Para determinadas novas edificações comerciais, de serviços e residenciais situadas em municípios com mais de 100 mil habitantes, etapas de implementação começam em 2028. Existem outros prazos e critérios previstos na resolução.

Isso significa que a eficiência energética está deixando de ser apenas um diferencial voluntário e passa a integrar progressivamente o ambiente regulatório das novas construções brasileiras.

3. Gestão eficiente da água reduz consumo e vulnerabilidade operacional

A água é outro recurso que pode ser tratado de maneira estratégica desde o projeto.

Medição e acompanhamento de consumo, equipamentos sanitários eficientes, controle de vazamentos e, quando técnica e legalmente aplicável, sistemas de aproveitamento de água da chuva ou reúso para fins compatíveis podem contribuir para reduzir a demanda de água potável.

O ganho não é apenas ambiental.

Quanto mais uma edificação consegue compreender onde, quando e como a água é consumida, maior tende a ser sua capacidade de detectar anomalias, identificar desperdícios e planejar melhorias.

A própria Taxonomia Sustentável Brasileira, instituída pelo Decreto nº 12.705/2025, contempla entre seus objetivos ambientais temas como uso sustentável da água, economia circular, prevenção da poluição e mitigação das mudanças climáticas.

É importante, porém, fazer uma distinção jurídica: os critérios da Taxonomia Sustentável Brasileira não devem ser tratados como um novo código de obras obrigatório para toda construção privada do país. A Taxonomia funciona como instrumento de classificação de atividades e investimentos sustentáveis e pode ser utilizada, entre outras aplicações, em mecanismos financeiros, incentivos, políticas e contratações públicas conforme as regras específicas de cada caso.

4. Gestão de resíduos aumenta eficiência no canteiro

Na construção civil, sustentabilidade e redução de desperdício estão diretamente relacionadas.

Material comprado, transportado e armazenado que acaba inutilizado representa não apenas resíduo ambiental, mas também consumo de recursos financeiros, logística e mão de obra.

Uma boa gestão começa, portanto, pela não geração.

Quando isso não é possível, entram estratégias de redução, reutilização, reciclagem, tratamento e destinação ambientalmente adequada.

Essa lógica não é apenas uma recomendação de sustentabilidade. A Resolução CONAMA nº 307/2002, considerando suas alterações posteriores, estabelece diretrizes para a gestão dos resíduos da construção civil e coloca entre as prioridades dos geradores a não geração, seguida da redução, reutilização, reciclagem, tratamento e destinação ambientalmente adequada dos rejeitos.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei nº 12.305/2010, também estabelece uma hierarquia de gestão baseada em não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos.

Na prática, uma obra mais eficiente pode acompanhar desperdício por tipo de material, aprimorar armazenagem, revisar quantitativos, separar corretamente os resíduos e utilizar os dados gerados para corrigir processos.

O objetivo não deve ser apenas “reciclar mais”, mas gerar menos desperdício desde o início.

5. Materiais devem ser avaliados pelo desempenho e pelo ciclo de vida

Escolher um material apenas porque ele é apresentado comercialmente como “ecológico” pode ser uma simplificação perigosa.

Uma avaliação mais completa considera fatores como origem, durabilidade, desempenho, necessidade de manutenção, possibilidade de reaproveitamento, distância de transporte, desperdício na instalação e impacto ao longo do ciclo de vida.

O caderno dedicado à Construção — CNAE F, da Taxonomia Sustentável Brasileira, aborda temas relacionados a edifícios novos, retrofit, componentes eficientes, sistemas energéticos e avaliação de impactos associados às atividades da construção. O documento também incorpora critérios ligados a emissões e eficiência no uso de recursos.

Isso reforça uma mudança importante: sustentabilidade não deve ser analisada apenas olhando para um produto isoladamente, mas para como todo o sistema construtivo funciona ao longo do tempo.

Em determinadas situações, um material com custo de aquisição maior pode ter maior durabilidade e menor manutenção. Em outras, uma alternativa aparentemente sustentável pode não apresentar vantagem suficiente quando transporte, desempenho e vida útil são considerados.

Por isso, decisões devem ser baseadas em dados e especificações técnicas, e não apenas em alegações ambientais de marketing.

6. BIM pode contribuir para uma obra mais eficiente e sustentável

A digitalização também tem papel relevante nessa transformação.

O Building Information Modeling (BIM) permite trabalhar com informações integradas do empreendimento e pode auxiliar na compatibilização de projetos, planejamento, quantitativos, análise de interferências e gestão de informações ao longo do ciclo de vida.

Essas aplicações podem contribuir para antecipar problemas que, se identificados apenas no canteiro, poderiam gerar retrabalho e desperdícios.

O Brasil possui atualmente a Estratégia BIM BR, estabelecida pelo Decreto nº 11.888/2024, cuja finalidade inclui estimular a disseminação e o desenvolvimento do BIM no país.

Isso não significa que o decreto tenha tornado BIM obrigatório para toda e qualquer obra privada brasileira. Trata-se de uma estratégia nacional de disseminação. Obrigações específicas podem existir em determinados contratos, programas, licitações ou regulamentações.

O próprio material técnico da Taxonomia Sustentável Brasileira para construção menciona o uso de BIM como uma prática recomendada quando técnica e economicamente viável.

7. Construção industrializada pode reduzir variabilidade

Sistemas construtivos mais industrializados, componentes pré-fabricados e processos padronizados também podem contribuir para eficiência.

A produção em condições controladas pode facilitar padronização, controle dimensional, gestão de materiais e qualidade. Entretanto, não é correto afirmar que todo sistema industrializado será automaticamente mais sustentável.

Os ganhos dependem de fatores como projeto, logística, distância de transporte, origem dos materiais, escala, eficiência da fábrica, montagem e destinação dos componentes.

A decisão sustentável, portanto, precisa ser baseada no desempenho do sistema completo.

8. Sustentabilidade pode melhorar a eficiência financeira — mas não garante economia automática

Há uma relação crescente entre desempenho ambiental, gestão de riscos e acesso a instrumentos financeiros.

A Taxonomia Sustentável Brasileira, instituída em 2025, foi criada, entre outros objetivos, para ajudar a direcionar investimentos públicos e privados para atividades com impactos ambientais, climáticos, econômicos e sociais positivos e estimular inovação, produtividade e competitividade.

No setor da construção, a CBIC também vem destacando a crescente conexão entre critérios sustentáveis, crédito, competitividade e avaliação de empreendimentos.

Mas é fundamental evitar uma promessa indevida: adotar uma solução sustentável não garante automaticamente juros menores, aprovação de financiamento, valorização imobiliária ou retorno financeiro superior.

Esses resultados dependem da instituição financeira, do programa de crédito, do desempenho comprovado do empreendimento, das condições de mercado e de inúmeros outros critérios.

O benefício estratégico está em tornar o projeto mais preparado para um cenário em que eficiência, emissões, gestão de resíduos, uso de água, rastreabilidade e desempenho ambiental recebem atenção crescente.

9. A eficiência precisa ser medida

Uma das diferenças entre sustentabilidade como discurso e sustentabilidade como estratégia de gestão está na capacidade de medir resultados.

Uma construtora pode acompanhar indicadores como consumo de energia por metro quadrado, consumo de água, quantidade de resíduos gerados por área construída, percentual de materiais reaproveitados ou encaminhados a rotas adequadas, perdas de materiais, custo de retrabalho, desvios de cronograma e desempenho da edificação após a entrega.

Não existe um único conjunto de indicadores obrigatório e adequado a todos os empreendimentos. O ideal é definir métricas coerentes com o porte, uso, sistema construtivo, objetivos ambientais e exigências regulatórias do projeto.

A mensuração permite comparar planejamento e execução, identificar desvios e transformar o aprendizado de uma obra em melhoria para as próximas.

Sustentabilidade deve começar no projeto, não no final da obra

Um dos maiores equívocos é tentar tornar um empreendimento sustentável apenas quando ele já está praticamente definido.

Quanto mais tarde uma mudança é introduzida, maior pode ser a dificuldade de alterar especificações, sistemas e soluções construtivas.

Por isso, sustentabilidade e eficiência devem ser discutidas desde as fases iniciais, envolvendo arquitetura, engenharia, fornecedores, orçamento, execução, operação e manutenção.

Uma estratégia prática pode considerar:

  1. diagnóstico dos principais consumos e impactos previstos;
  2. definição de metas mensuráveis;
  3. compatibilização e integração entre projetos;
  4. avaliação de eficiência energética e hídrica;
  5. planejamento da compra e utilização de materiais;
  6. prevenção e gestão de resíduos;
  7. uso de ferramentas digitais, como BIM, quando aplicável;
  8. qualificação e avaliação de fornecedores;
  9. acompanhamento de indicadores durante a execução;
  10. monitoramento de desempenho após a ocupação.

Dessa forma, a sustentabilidade deixa de ser um conjunto isolado de iniciativas e passa a integrar o processo decisório.

O que muda com as novas regras de eficiência energética no Brasil?

Uma das atualizações mais relevantes para o setor é a já mencionada Resolução CGIEE nº 4/2025.

Ela estabelece índices mínimos de eficiência energética para novas edificações e prevê implementação progressiva. A regulamentação envolve a classificação de eficiência no âmbito do PBE Edifica, com procedimentos relacionados à Etiqueta Nacional de Conservação de Energia — ENCE.

Para novas edificações públicas federais, a implementação começa em 2027. Para determinados edifícios residenciais, comerciais e de serviços em municípios com mais de 100 mil habitantes, etapas importantes começam em 2028, com ampliação posterior da abrangência.

A norma também prevê participação dos municípios no processo relacionado à comprovação da eficiência para novas edificações dentro do cronograma aplicável. Portanto, construtoras, incorporadoras, projetistas e gestores públicos precisam acompanhar não apenas a regulamentação federal, mas também sua implementação local.

Sustentabilidade é também gestão de risco

Eficiência ambiental pode representar maior capacidade de antecipar mudanças.

Projetos dependentes de alto consumo energético, grande geração de resíduos, baixa eficiência hídrica ou materiais com pouca rastreabilidade podem enfrentar desafios crescentes diante de novas regulamentações, exigências de contratantes, políticas corporativas, condições de financiamento ou critérios de investidores.

Em 6 de agosto de 2026, a CBIC voltou a colocar sustentabilidade, inovação, eficiência, descarbonização, produtividade e custos ao longo do ciclo de vida como temas integrados na agenda da construção brasileira.

Ou seja, sustentabilidade não precisa ser tratada apenas como responsabilidade socioambiental. Ela pode fazer parte de uma estratégia de produtividade, inovação, conformidade e gestão de riscos.

A sustentabilidade pode aumentar a eficiência na construção civil porque estimula uma pergunta essencial: como entregar o desempenho necessário utilizando recursos de forma mais inteligente?

Isso pode envolver menos perdas de materiais, menor retrabalho, projetos mais compatibilizados, consumo mais eficiente de energia e água, melhor gestão de resíduos, decisões fundamentadas no ciclo de vida e uso estratégico de ferramentas digitais.

Os benefícios, porém, não surgem apenas por utilizar o rótulo “sustentável”. Eles dependem de planejamento, medição, execução adequada e acompanhamento de resultados.

Essa abordagem se torna ainda mais relevante diante das transformações regulatórias e econômicas em andamento no Brasil. A criação de índices mínimos de eficiência energética para novas edificações, a Taxonomia Sustentável Brasileira, a agenda de economia circular e a crescente adoção de ferramentas digitais mostram que desempenho ambiental e eficiência operacional estão cada vez mais próximos.

Para empresas da construção civil, portanto, a questão deixa de ser apenas “como construir de forma mais sustentável?” e passa a ser:

como utilizar sustentabilidade para construir melhor, desperdiçar menos e entregar mais desempenho ao longo de toda a vida útil do empreendimento?

Fontes:

3. Ministério de Minas e Energia — Resolução CGIEE nº 4/2025

https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/ee/indices-minimos-de-ee/eficiencia-energetica-das-edificacoes/resolucao-no4-2025

Principal fonte utilizada para os novos índices mínimos de eficiência energética e para o cronograma de implementação em novas edificações.

4. Empresa de Pesquisa Energética — Eficiência energética em edificações brasileiras

https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/epe-publica-nota-tecnica-sobre-acoes-de-eficiencia-energetica-em-edificacoes-brasileiras

Fonte utilizada para o dado de participação dos edifícios no consumo de eletricidade brasileiro e para o contexto de eficiência energética.

5. Decreto nº 12.705/2025 — Taxonomia Sustentável Brasileira

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/decreto/d12705.htm

Texto oficial utilizado para verificar finalidade, objetivos e aplicações da Taxonomia Sustentável Brasileira.

6. Ministério da Fazenda — Cadernos da Taxonomia Sustentável Brasileira

https://www.gov.br/fazenda/pt-br/orgaos/spe/taxonomia-sustentavel-brasileira/cadernos

Página oficial que reúne os critérios técnicos da Taxonomia, incluindo material específico para a construção.

7. Taxonomia Sustentável Brasileira — Construção, CNAE F

https://www.gov.br/fazenda/pt-br/orgaos/spe/sustainable-taxonomy-of-brazil/documents/02-6_tsb_cnae-f_en.pdf

Utilizado para verificar os critérios específicos relacionados ao setor da construção, incluindo eficiência, edifícios, retrofit e aspectos de ciclo de vida.

8. CONAMA — Resolução nº 307/2002 e alterações

https://conama.mma.gov.br/?id=305&option=com_sisconama&task=arquivo.download

Fonte oficial para diretrizes, classificação e gestão dos resíduos da construção civil.

9. Política Nacional de Resíduos Sólidos — Lei nº 12.305/2010

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm

Utilizada para conferir a hierarquia brasileira de gestão de resíduos e as regras gerais relacionadas à Política Nacional de Resíduos Sólidos.

10. Estratégia BIM BR — Decreto nº 11.888/2024

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/decreto/d11888.htm

Fonte oficial para contextualizar a estratégia nacional de disseminação do BIM.

11. UNEP — Global Status Report for Buildings and Construction 2025–2026

https://www.unep.org/resources/report/global-status-report-buildings-and-construction-2025-2026

Publicação internacional atual utilizada para os dados globais de emissões, utilização de materiais e relevância econômica da construção.

12. IEA — Breakthrough Agenda Report 2026: Buildings

https://www.iea.org/reports/breakthrough-agenda-report-2026/buildings

Referência internacional recente para a agenda de eficiência energética, desempenho de edifícios e transição do setor.

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